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sexta-feira, junho 26, 2026

Bandeira tarifária amarela continua em julho e mantém conta de luz mais cara

Período seco reduz a geração nas hidrelétricas e mantém cobrança extra para consumidores de todo o país.

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A bandeira tarifária amarela permanecerá em vigor durante o mês de julho, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (26). Assim, os consumidores continuarão pagando um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na conta de energia.

Segundo a Aneel, o período seco reduz o volume de água nos reservatórios das hidrelétricas. Por isso, o sistema precisa utilizar mais usinas termelétricas, que produzem energia com custo maior.

Bandeira tarifária amarela permanece devido ao período seco

Desde abril, a bandeira tarifária amarela permanece ativa. Além disso, a Aneel explica que as condições de geração continuam desfavoráveis em várias regiões do país.

Quando os reservatórios registram níveis mais baixos, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) amplia o uso das termelétricas para garantir o fornecimento de energia. Como consequência, o custo da produção aumenta e parte desse valor aparece na conta dos consumidores.

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Entenda como funciona o sistema de bandeiras

A Aneel criou o sistema de bandeiras tarifárias em 2015 para mostrar, de forma transparente, o custo da geração de energia elétrica no país.

Na bandeira verde, o consumidor não paga valor adicional. Já na bandeira amarela, a cobrança extra é de R$ 1,885 por 100 kWh consumidos.

Entretanto, se as condições piorarem, entra em vigor a bandeira vermelha. No Patamar 1, o adicional sobe para R$ 4,46 por 100 kWh. Já no Patamar 2, o valor chega a R$ 7,87 por 100 kWh.

Consumo consciente ajuda a reduzir a conta

Mesmo com a cobrança adicional, o consumidor pode diminuir o impacto na fatura. Para isso, vale desligar aparelhos sem uso, aproveitar a iluminação natural e evitar desperdícios de energia.

Enquanto isso, a Aneel continuará acompanhando as condições dos reservatórios e poderá revisar a bandeira tarifária nos próximos meses, caso o cenário melhore.

Fonte: Agência Brasil

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