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sábado, setembro 12, 2026

TRE-AM rejeita pedido para proibir novas publicações de Thaísa Cidade nas redes sociais

Coligação de Maria do Carmo pediu restrição preventiva contra novas postagens da primeira-dama, mas Justiça Eleitoral entendeu que não havia risco concreto naquele momento.

O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) rejeitou, nesta sexta-feira (11), um pedido para impedir preventivamente novas publicações da primeira-dama Thaísa Cidade nas redes sociais.

A solicitação foi apresentada pela coligação “Mudar É Urgente!”, liderada pela candidata ao Governo do Amazonas Maria do Carmo Seffair (PL), dentro de uma representação relacionada a vídeos publicados por Thaísa no Instagram e no Facebook.

A decisão foi assinada pelo juiz auxiliar da propaganda eleitoral Diogo Oliveira Nogueira Franco.

Conteúdos questionados já haviam sido retirados

Na ação, a coligação alegou que os vídeos continham informações supostamente inverídicas e descontextualizadas sobre uma iniciativa judicial apresentada anteriormente pelo próprio grupo político.

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Ao analisar o pedido, o magistrado verificou que os conteúdos já haviam sido retirados das plataformas.

Com isso, entendeu que não havia risco concreto e atual que justificasse uma nova ordem judicial proibindo publicações futuras.

O juiz também afastou a possibilidade de estabelecer uma restrição preventiva baseada apenas na hipótese de que o mesmo conteúdo pudesse voltar a ser publicado.

Decisão não significa encerramento de toda a disputa

A negativa ao pedido de proibição preventiva não representa, necessariamente, uma decisão definitiva sobre todos os pontos discutidos na representação.

O entendimento divulgado se refere especificamente à tentativa de impedir novas postagens antes que elas fossem efetivamente realizadas.

Outras questões eventualmente discutidas no processo podem continuar sendo analisadas pela Justiça Eleitoral.

Thaísa Cidade afirma sofrer perseguição política

Dias antes da decisão, Thaísa Cidade publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que vinha sendo alvo de ações judiciais por causa de sua atuação pública durante o período eleitoral.

Na gravação, a primeira-dama disse ter recebido novas intimações e classificou a situação como perseguição política.

Essa é a versão apresentada por Thaísa. A existência de processos ou representações eleitorais, por si só, não comprova perseguição política.

Roberto Cidade também critica ações de adversários

O governador e candidato à reeleição Roberto Cidade também tem feito críticas a ações judiciais apresentadas por adversários durante a campanha.

Em participação em programa da TV A Crítica, ele afirmou que governadores e outros candidatos que já ocupam cargos eletivos continuam exercendo suas funções durante o período eleitoral e alegou que, no Amazonas, adversários estariam tentando limitar sua atuação administrativa.

A avaliação integra o discurso político do candidato e não corresponde a uma conclusão formal da Justiça Eleitoral.

Disputa eleitoral avança também no ambiente digital

O caso evidencia como a eleição de 2026 no Amazonas também vem sendo disputada nas redes sociais e no Judiciário.

Publicações, vídeos, representações por propaganda eleitoral e pedidos de retirada de conteúdo passaram a ocupar espaço cada vez maior na campanha.

Neste episódio, o TRE-AM concluiu que não havia fundamento suficiente, naquele momento, para impor uma proibição genérica e antecipada sobre futuras manifestações de Thaísa Cidade nas redes sociais.

 

Leia também: Passarão terá primeira etapa liberada dia 17 e promete aliviar trânsito na zona Oeste

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